ESTAÇÃO DO PENSAR

Espaço para pensar a Vida na sua totalidade trazendo Poesias e Pensamentos ralacionados a Psicolocologia, Filosofia, Sociologia, Religião e o Pensamento HumanoEstação do Pensar.

Doutor Honoris Causa Centro Samathiano de Altos Estudos filosóficos e Históricos

Comendador pela International Quality Company,Colunista do Jornal Filosofar

Gestor Educacional da Escola Técnica Professor Lucilo Ávila Pessoa

Presidente da Convenção Internacional das Igrejas Baptistas Primitivas .Escritor

Livro, Pérolas no Deserto , Diamantes despedaçados , Carregando as Marcas de Cristo Jesus Falando com a Igreja , Participação em Diversas Coletâneas, Membro da Academia Internacional de Literatura Registro Oficial 0591, Membro  da Federação Brasileira do Acadêmicos da Ciências, Letras e Artes 323, Membro da Academia Brasileira de Escritores Cristãos e Notáveis 23,Membro da UBE,e Membro da Associação Brasileira de grupos Informais Recursos Humanos ,ex Superintendente Federal da Pesca e Aquicultura do Estado de Pernambuco

  • Para aqueles que não têm voz

    Todo e qualquer algoz

    Sobre a vida e suas várias faces

    Aquele que vivem um eterno disfarce.

     

    A beleza do que está ao nosso redor

    Os que desprezados sente dor

    Sobre as várias emoções

    Não mim esquecendo-se das razões.

     

    Lamento a criação do Estado

    Que não se lembra do desgraçado

    Das religiões sem fé

    Enraizadas no ódio se mantém de pé

     

    Educação prioridade mentirosa

    Criada sem ser virtuosa

    Mantendo o pobre na miséria

    Nunca sendo levada a séria.

     

    Escrevo para os hipócritas

    Que destroem o planeta e a vida

    Ao pobre com sua cultura

    Serve de divertimento na amargura

     

    Escrevo para quem gosta de pensar

    Ao que ainda gosta de acreditar

    Fazendo a sua parte há de algo mudar

    Que ainda há o verbo esperança

     

    Escrevo para mim mesmo

    Que carrego a marca desta geração

    Vivo no, mas profundo esmo.

    Sabendo que sou igual no mundo sem noção.

     

    Julgadores, preconceituoso

    Bajuladores, monstruoso

    Amantes do próprio ser

    Espíritos perturbados.

     

    Temos almas bondosas

    Que acordam procurando o bem

    Mas são poucos, diante da maldade.

    Do mundo em calamidade

     

    Escrevo em busca da luz

    Das trevas mim afastar

    Que a letras encontrem abrigo

    No deserto uma flor venha desabrochar.

    Direitos Reservados ao autor, podendo ser compartilhado sem fins lucrativos e sem modificações.

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    31/10/2025

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    Espelho do Sofrimento: A Humanidade como Causa e Consequência

    De onde vem o sofrimento humano? Esta é, talvez, a questão mais antiga e persistente que assombra nossa consciência. Em uma busca incessante por respostas, é tentador apontar para o acaso, para o destino, ou para a vontade de um Ser Supremo. Contudo, uma análise mais honesta e corajosa nos força a virar o espelho para nós mesmos. O sofrimento, em suas múltiplas formas, não é uma punição divina, mas a colheita inevitável daquilo que a própria humanidade semeia.

     

    Primeiramente, vivemos sob uma lei universal de causa e efeito. Cada ação, individual ou coletiva, reverbera no tempo e no espaço. As escolhas que fazemos — a palavra dita em fúria, a omissão diante da injustiça, o ato de bondade anônimo — são sementes. O sofrimento, muitas vezes, é apenas o fruto amargo de uma plantação de egoísmo, ganância e negligência. Não é um castigo, mas uma consequência lógica, um eco das nossas próprias vozes.

     

    Em segundo lugar, a estrutura social que nós mesmos criamos é uma vasta geradora de dor. A miséria que assola milhões não é um fenômeno natural; é um projeto. Ela é o resultado direto de um sistema onde a acumulação desenfreada de poucos se sustenta sobre a privação de muitos. A fome, a falta de moradia e a ausência de oportunidades são sofrimentos fabricados, arquitetados pela ambição que coloca o lucro acima da vida.

     

    Além disso, rompemos nosso pacto com a natureza. Em nossa arrogância, tratamos o planeta como um recurso inesgotável, a ser explorado e descartado. Como resposta, o equilíbrio natural se quebrou. A Terra reage com intempéries cada vez mais severas, ecossistemas em colapso e o surgimento de novas doenças. O sofrimento gerado por desastres ambientais e pandemias é o grito de um planeta ferido por seus filhos mais rebeldes.

     

    É claro que há fatores que fogem ao nosso controle imediato, como a loteria da genética, que pode trazer condições e anomalias que impõem desafios imensos. No entanto, mesmo aqui, a forma como a sociedade acolhe, apoia e inclui essas pessoas é uma escolha humana que pode aliviar ou agravar o sofrimento.

     

    Por fim, talvez a fonte mais profunda de dor seja o nosso próprio vazio existencial. O ser humano destrói a si mesmo e aos outros em uma busca frenética por algo que não consegue nomear: poder, prazer, reconhecimento. Nessa corrida cega, ele se aliena de sua essência, gerando angústia, depressão e violência.

     

    A conclusão é inescapável: a tendência de culpar forças externas é um mecanismo de defesa para não encarar nossa própria responsabilidade. Cada tragédia deve ser vista em sua complexidade, mas a origem primária quase sempre nos levará de volta ao homem. A causa dos nossos males não está no céu ou no inferno, mas aqui, dentro da nossa própria espécie. E é somente aqui, na coragem de nos olharmos no espelho, que encontraremos a chave para a cura.

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  • Até Aonde Iremos?

    Autor Daniel Agra
    O ser humano em um degerminado momento da sua história pelos incentivos que recebia e pelas descobertas que fazia,sendo pelo estudo ou pelo impirismo,seu cerebro foi cada vez mais usando areas que antes não usava mais,a complexidade da humanidade e os meios de comunicação contribuem para esse conhecimento seja diceminado e cada vez mais ,tenhamos uma sociedade que vez mais pessoas evoluem , relevando claro alguns lugares,porque a mudancas nao ocorrem todas de uma vez,mas gradativamente e uma mesma comunidade o conhecimento mais antigo convivem com as inovações.
    Mas sempre corremos o erro da massificação e do conhecimento ser retido nas mãos de poucos,mas o que temos visto é que há claramente um combate a busca do conhecimente e tem se criado uma população que alimenta o cerebro de coisas tão suplefulas que o ser humano está regredindo na sua capacida de pensar e de criatividade, voltando em um retrocesso historico em que serão copias em que o cerebro apenas sera um mero reprodutor e a Civilização será governada mentalmente por algumas pessoas com capacidade de pensar e utilizar este pensamento como forma de poder e dominio.

    How Far Will We Go

    Author: Daniel Agra

    At a certain point in its history, driven by the incentives it received and the discoveries it made—whether through study or empiricism—the human brain increasingly began to use areas it had not used before. The complexity of humanity and the means of communication contribute to the dissemination of this knowledge, leading to a society where more people evolve. This, of course, excludes some places, because changes do not happen all at once but gradually, and within the same community, older knowledge coexists with innovations.

    However, we always run the risk of massification and of knowledge being held in the hands of a few. What we have been seeing is a clear fight against the pursuit of knowledge, creating a population that feeds its brain with such superficial things that humanity is regressing in its capacity for thought and creativity. This is a historical setback where people will become copies, their brains mere reproducers, and Civilization will be mentally governed by a few individuals with the ability to think and use that thought as a form of power and domination.

     

    Hasta Dónde Iremos

    Autor: Daniel Agra

    El ser humano, en un determinado momento de su historia, por los incentivos que recibía y los descubrimientos que hacía, ya sea por el estudio o por el empirismo, su cerebro fue utilizando cada vez más áreas que antes no usaba. La complejidad de la humanidad y los medios de comunicación contribuyen a que este conocimiento se disemine y a que, cada vez más, tengamos una sociedad en la que más personas evolucionan. Esto, claro, sin contar algunos lugares, porque los cambios no ocurren todos a la vez, sino gradualmente, y en una misma comunidad, el conocimiento más antiguo convive con las innovaciones.

    Pero siempre corremos el riesgo de la masificación y de que el conocimiento quede retenido en manos de unos pocos. Lo que hemos visto es que hay claramente un combate a la búsqueda del conocimiento y se ha creado una población que alimenta el cerebro con cosas tan superfluas que el ser humano está retrocediendo en su capacidad de pensar y de creatividad. Esto nos lleva a un retroceso histórico en el que seremos copias, en el que el cerebro será apenas un mero reproductor, y la Civilización será gobernada mentalmente por unas pocas personas con la capacidad de pensar y utilizar este pensamiento como forma de poder y dominio.
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  • Um Minuto

    Autor Daniel Agra

    Um Minuto

    Autor Daniel Agra

    Quero um minuto seu! Só um! É pouquinho. Um minuto serve para sorrir. Um minuto serve para ver o caminho

    Olhar a flor, sentir a grama molhada, notar a transparência da água Basta um minuto para avaliar a imensidão do infinito, mesmo sem poder entendê-lo! Num minuto dá para ouvir o cantar dos pássaros que vão desaparecer no horizonte.

    Ouvir o silêncio, ou até começar uma canção Senti o coração bater de tanta emoção Num minuto você diz o sim que modifica a sua vida Percebe a tragédia concebida

    Basta um minuto para você apertar a mão de alguém, fazer um amigo para sempre Perde algo preioso para seu viver Quanta vitória se conquista num simples minuto!

    Num minuto você pode incentivar alguém ou desanimá-lo! Basta um minuto de atenção para você fazer feliz um filho, um aluno, um professor, um semelhante. Basta um minuto para você entender que a eternidade é feita de minutos. Já passou mais de um minuto . Mas você continuou a ler . Aproveite seus minutos .

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